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O RENASCIMENTO DO IMPERATOR



Futuro Centro Cultural João Nogueira


Sylvio Mattos

Na manhã do dia 30 de março, surgiu uma nova luz no Grande Méier. Finalmente, depois de 11 anos, a população da zona norte começa a despertar de um sonho, que vinha se arrastando por vários anos.
Prefeito Eduardo Paes, a Secretária Municipal de Cultura Jandira Feghali e a Secretária Estadual de Cultura Adriana Rattes formalizaram, no auditório do Sport Clube Makenzie, no Méier, duas importantes ações governamentais, que redundarão em grandes benefícios para a zona norte da nossa cidade, especialmente, para o Grande Méier.

De pé, o Prefeito Eduardo Paes fazendo seu pronunciamento; a seu lado Diogo Nogueira e a Secretária Municipal de Cultura Jandira Feghali.

O primeiro ato consistiu na cessão do imóvel do Estado do Rio de Janeiro para a Prefeitura da nossa cidade, que por tantos anos abrigou, primeiramente, o Cinema Imperator, à época, o maior espaço público de apresentação de filmes da América do Sul; posteriormente, essa área foi transformada na casa de show, que tantos e grandiosos espetáculos nacionais e internacionais brindaram milhares de pessoas, até o encerramento das suas atividades.

Após a locução Diogo Nogueira, em nome da família agradeceu ao Prefeito Eduardo Paes, a lembrança do nome do seu saudoso pai, João Nogueira, para esse importante centro cultural da zona norte. Na foto, Eduardo Paes e Jandira Feghali cumprimentando o representante da família do homenageado; sentado, à direita, Sylvio Mattos, Presidente em exercício da ACEMEIER.

A outra importante ação foi a assinatura do edital de licitação do projeto, que será implementado nessa área e que recebeu o nome de Centro Cultural João Nogueira. Nesse espaço multiuso serão edificadas duas salas para espetáculos teatrais, três salas para projeção de filmes, com 150 lugares cada, área para exposições, livraria, biblioteca, mídiateca, lanchonete, um espaço permanente ao acervo do saudoso artista João Nogueira, além de outras áreas, que serão alocadas posteriormente.
Em seu discurso de apresentação, Jandira Feghali informou que esse projeto está orçado em R$ 15 milhões. Esta primeira fase da licitação deverá ser concluída, em torno de cinco meses e a execução do projeto, em 18 meses.
Encerrando esse ato público, “o Prefeito Eduardo Paes destacou a importância da revitalização desse espaço cultural, para a zona norte da cidade. A zona norte é a área da cidade que mais se degradou ao longo das últimas décadas. É uma região que carece de investimentos, de infraestrutura e de segurança pública. As pessoas precisam voltar a viver com qualidade de vida nesta área. Para isso, ter equipamento cultural é fundamental, porque significa oferecer lazer, integração e dar vida de novo ao centro do bairro do Méier. A alma e o espírito carioca estão concentrados aqui na zona norte, lugar de maior criatividade e produção cultural na cidade do Rio de Janeiro”, concluiu Eduardo Paes.

Encerrada a cerimônia, Eduardo Paes, Adriana Rattes, Jandhira Feghali, Diogo e parte da família de João Nogueira.

Participaram do evento, além dos já citados, autoridades municipais, destacando-se os Vereadores Aloísio Freitas e S. Ferraz, André Luiz dos Santos, Subprefeito da Zona Norte, Tuninho Aires, Assessor do Secretário da Casa Civil, Diogo Nogueira e familiares do saudoso João Nogueira, Sylvio Mattos Vieira, Presidente em exercício da Associação Comercial e Empresarial do Grande Méier – ACEMEIER, Jorge Barata, Presidente da Associação de Moradores do Méier – AMME, Dra. Eliane de Vasconcelos Santos da Costa, Presidente do CCS da AISP3, representantes dos clubes de serviços e sociais do Grande Méier, além de expressivo número de moradores e comerciantes da área.

ACEMÉIER - CIRCULAR MARÇO DE 2010


Como envolver os empregados na participação dos resultados da empresa ?

O conceito de motivação é muito extenso e complexo, pois não existe uma regra geral, como uma receita de doce, na qual os ingredientes são misturados na medida certa e com o tempo de preparo definido. São ações diversas, que contemplam um universo de inúmeros fatores, que têm que ser dirigidos especificamente para cada caso, conforme a atividade empresarial, o perfil dos colaboradores, as ações tomadas anteriormente neste sentido, o perfil do empresário (se exerce administração autocrática ou participativa). Enfim, depende da aceitação do empresário em implantar ações que motivam; avaliar o resultado destas ações e constantemente promover a manutenção e/ou o aperfeiçoamento das mesmas.
Conceitualmente, a motivação é formada por uma tríade composta de: benefícios / incentivos / treinamento e tem que ser harmonizada por estes três elementos. De nada adiantará o empresário oferecer treinamento e especialização, se não oferecer também atrelados a estes, benefícios e incentivos. Caso contrário, só estará proporcionando a concorrência entre profissionais mais qualificados, nos quais investiu em capacitação. Porém, não conseguirá conservá-los por falta de alguns acessórios complementares que os mantenham constantemente motivados. Então, enumeramos algumas formas de motivação, envolvendo individualmente os elementos motivadores, não se esquecendo, porém, de que são integrantes de uma tríade que tem que ser harmonizada entre si:

Benefícios

Consiste basicamente numa complementação salarial; é conhecida, no campo empresarial, como salário indireto e pode ser representado por inclusões de produtos e/ou serviços que o funcionário deveria pagar em caso de uso. Como exemplo, podemos citar: convênio de assistência médico-hospitalar/ odontológica; ticket-refeição; vale-transporte; vales-compra; parcerias com clubes e entidades; convênios de descontos para medicamentos; cesta básica; creche; uniforme e material escolar para os dependentes.

Incentivos

São ações que dependem da criatividade do empresário, pois é necessário o conhecimento do perfil dos seus colaboradores, suas necessidades, ambições, carências e o seu grau de profissionalismo. Como exemplo, podemos citar: premiações por metas alcançadas (bônus sobre produtos, comissão sobre totalidade de vendas, viagens com a família, jantares, churrasco de confraternização, etc.); diálogo constante com a equipe de colaboradores (de preferência reuniões com o grupo, ouvindo e avaliando sugestões); dimensão da estrutura para que nenhum componente do grupo possa se sentir prejudicado ou com carga excessiva de serviço; elogios (carta pessoal; referendum para o grupo; cartaz afixado com foto, nome e motivo da ação; etc.); manutenção do corpo-a-corpo diário com os colaboradores, transmitindo segurança e energia positiva.

Treinamento

Significa capacitar, proporcionar maior conhecimento específico da atividade, para se obter um maior grau de profissionalismo da equipe, e com isso, transmitir ao cliente maior segurança no atendimento. Todo e qualquer meio, adotado como forma de aprendizado, podem e devem ser estimulados e motivados, desde: cursos; palestras; feiras; seminários; exposições; workshops; leituras; visitas a concorrentes, etc...

Concluindo, investir em treinamento dos funcionários com a finalidade de capacitá-los, significa promover uma mudança de comportamento e de qualificação, visando a um melhor atendimento ao cliente com padrões diferenciados dos concorrentes. Portanto, o processo de motivação deverá ser sempre acompanhado e avaliado, para que o mesmo seja contínuo, modificado, aperfeiçoado e possa gerar resultados positivos, sem acomodação e principalmente sem criar vícios, ou permitir interferências que possam prejudicá-lo.

Apesar da crise, vendas do varejo crescem 5,9% em 2009.

Setor de super e hipermercados, com alta de 8,3%, puxa o resultado, segundo o IBGE.
Jornal do Commércio - 24/02/2010

Mesmo sob efeito da crise econômica internacional, o comércio varejista brasileiro cresceu 5,9% em 2009, impulsionado pelo aumento da renda e por incentivos fiscais do governo, segundo avaliou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro, as vendas passaram por uma acomodação após dois meses seguidos de forte alta - houve queda de 0,4% em relação a novembro. "Mesmo com crise não tivemos perda de massa salarial e renda, houve aumento do emprego, retomada do crédito no segundo semestre, inflação mais baixa, juros menores e estímulo fiscal", ressaltou o técnico da Coordenação de Comércio e Serviços do instituto, Reinaldo Pereira. O segmento de super e hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo foi um dos motores da expansão, com alta de 8,3%.

Outros destaques foram os segmentos de artigos farmacêuticos e de perfumaria (alta de 11,8%), veículos, motos e peças (11,1%) e equipamentos de informática (10,6%). Fecharam em queda material de construção (-5,9%) e de vestuário, calçados e tecidos (-2,8%).


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